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O que o ressonar anda a fazer ao seu cérebro, noite após noite

Mais de 17 mil avaliações

A verdadeira razão pela qual acorda com a cabeça pesada todas as manhãs, e não tem nada a ver com a idade nem com o stress.

Quem ressona costuma achar que o pior de tudo é aquilo que os outros têm de aturar: o barulho, as noites mal dormidas, o companheiro que acaba por ir dormir para o quarto ao lado.

O que ninguém lhe contou foi o que o ressonar está a fazer por dentro, ao próprio corpo.

Mais concretamente, ao seu cérebro.

Todas as noites, sem exceção, acontece uma coisa que se repete dezenas de vezes até de manhã. Acontece em absoluto silêncio, nunca está acordado para assistir e também não fica registada em sonho nenhum.

Mas às 7 da manhã o seu corpo já pagou a fatura há horas.

Sempre pôs a culpa da neblina matinal na idade. A quebra a meio da tarde, atribuiu-a ao stress, ou àquela alimentação que anda sempre para corrigir. Bebeu mais um café e seguiu em frente, na esperança de que desta vez resultasse.

Só que nunca foi nada disso.

Foi o ressonar, e o que ele anda a fazer ao seu cérebro durante as oito horas de sono que julgava estar a ter.

O que está mesmo a acontecer ao seu cérebro enquanto dorme

Ilustração do cansaço mental a acumular

O ressonar parece um problema de garganta e, em parte, é. Mas o que acontece mecanicamente é a sua via aérea a colapsar para dentro.

Às vezes fecha até ficar com a largura de uma palhinha de café.

Ainda passa ar por essa fresta, mas a custo, e nem de perto o suficiente para manter o oxigénio no sangue onde devia estar.

Quem dá por isso primeiro é a corrente sanguínea. O oxigénio cai.

A seguir é o cérebro, e ele trata a situação exatamente como deve tratar: como uma emergência.

Inunda o sistema de adrenalina e puxa-o para fora do sono o suficiente para conseguir respirar a sério.

Depois volta a assentar, e o ciclo recomeça.

Há quem passe por isto entre quarenta e quatrocentas vezes numa única noite, sem guardar memória de uma que seja. Nenhuma delas chega à manhã seguinte.

Mas o preço que o sono paga é enorme, porque o cérebro nunca chega às fases mais profundas do sono, que é onde a recuperação acontece de verdade.

Passa oito horas na cama, tecnicamente a dormir, enquanto o corpo queima energia só para o manter a respirar.

É por isso que acorda pesado, exausto e sem conseguir pensar direito

Ilustração do cansaço mental a acumular

A dor de cabeça chega antes do despertador. O primeiro café não faz nada. E aquela subida lenta até se sentir meio humano arrasta-se até à hora de almoço.

Entra na cozinha e já não se lembra do que ia lá fazer.

Senta-se para escrever um email e perde o fio a meio da frase.

Nas conversas está sempre um passo atrás, e já reparou que não está tão afiado no trabalho nem com a família como era hábito.

Não é a idade a apanhá-lo, nem o stress, nem a alimentação que anda sempre para corrigir.

É um cérebro que passou oito horas em modo de sobrevivência em vez de recuperação.

E quanto mais tempo isto durar, mais terreno o cérebro perde

Ilustração do cansaço mental a acumular

O pior é que isto não é um problema que fique na mesma.

Cada noite que passa sem ser resolvido, o cérebro cava mais fundo no buraco.

A neblina fica mais densa, e aquela sensação de estar meio passo atrás, que nunca consegue explicar bem, torna-se cada vez mais difícil de negar.

Com tempo suficiente, a fatura deixa de ser só do cérebro.

Um sono partido desta forma pode aumentar o risco de tensão arterial alta e sobrecarregar o coração.

A parte cruel é que nada do que faz durante o dia desfaz o que quer que seja.

Um complexo de vitaminas B não resolve o que acontece às 2 da manhã, quando a via aérea se fecha. E mais um café ou deitar-se mais cedo também não.

O estrago faz-se de noite, e só uma coisa que o previna de noite o consegue travar.

Provavelmente já tentou atacar o ressonar em si. Adesivos nasais, almofadas, fita na boca, dormir de lado, tudo aquilo que a internet garantia que resultava.

Acalmam as coisas durante uma noite ou duas, até o ressonar voltar em força.

E há uma razão simples para isso: esses produtos atacam o som.

O problema a sério, aquilo que provoca o som, está a acontecer noutro sítio completamente diferente.

Para perceber por que nenhum deles resulta, e o que resulta mesmo, precisa de perceber o que acontece de facto quando ressona.

Primeiro, é preciso perceber como funciona o ressonar

Na origem do ressonar está a mandíbula, que relaxa e cai para trás enquanto dorme.

Isso arrasta a língua e os tecidos moles, que por sua vez bloqueiam a via aérea.

Quando algum ar consegue passar por essa passagem apertada, cria a vibração que todos conhecemos como ressonar.

A razão pela qual a maioria das soluções anti-ronco não resulta é simples: podem deixar entrar mais ar, mas não deixam passar mais ar.

Certo, mas se o ressonar vem da mandíbula a cair para trás, dormir de lado resolve?

Dormir de lado pode baixar um pouco o som, mas a mandíbula continua a cair para trás, só que em ângulo, a puxar os tecidos moles e a língua e a tapar a via aérea.

Ajuda, mas não elimina o ressonar.

E já agora, se está a pensar "e se eu emagrecer?"

Sim, o excesso de peso pode agravar o ressonar, porque leva a mais tecido mole na garganta e bloqueia ainda mais a via aérea.

Mas o peso não é a única razão pela qual ressona. Há pessoas magras que ressonam e há pessoas com excesso de peso que ressonam.

Então como é que desbloqueio a via aérea e deixo o ar passar para calar o ressonar?

Há duas formas cientificamente comprovadas de parar de ressonar. A primeira são os CPAP.

Os CPAP são máquinas prescritas por médicos, usadas para ajudar doentes com apneia do sono, e funcionam a forçar ar pela garganta abaixo.

95% das pessoas com apneia do sono ressonam, mas nem toda a gente que ressona tem apneia do sono. E, embora se saiba que os CPAP ajudam no ressonar, também são:

  • Desconfortáveis. Imagine dormir com uma máscara do Darth Vader na cara.
  • Caros. Podem ultrapassar os 1.000€ e a comparticipação depende de prescrição e de um diagnóstico formal.
  • Volumosos. E quando viaja ou dorme fora, faz o quê?

E, sejamos sinceros, ninguém gosta daquilo. O sopro de ar na garganta. A máscara apertada na cara. É muita coisa a que se habituar. Há estudos que apontam que entre um terço e mais de metade dos doentes acabam por abandonar a máquina ou nem sequer levantam a prescrição.

A melhor forma de parar de ressonar é manter a mandíbula à frente, na posição natural, para que a língua não caia para trás e a via aérea fique aberta, com respiração solta e sem ressonar.

É exatamente para isso que foram concebidos os dispositivos de avanço mandibular.

O que são os dispositivos de avanço mandibular? E são desconfortáveis?

São goteiras feitas à medida que empurram a mandíbula para a frente, abrem as vias aéreas bloqueadas e travam o ressonar na origem. Em inglês são conhecidos pela sigla MAD, de Mandibular Advancement Device, e é assim que vai encontrá-los referidos na maior parte da literatura.

São melhores do que os CPAP em vários aspetos.

Deixam o ar circular livremente pela garganta, sem qualquer força.

E leva-os consigo para onde for.

Mas há um senão.

São feitos à medida da sua mordida e, pela complexidade do fabrico, podem ultrapassar os 1.200€.

Para o conseguir, tem ainda de passar por um dentista, um otorrino e um ortodontista, o que pode levar meses.

E, na maior parte dos casos, o seguro de saúde não cobre nada disto (absurdo).

Como deve calcular, a maioria das pessoas não tem como suportar estes valores, por muito que o ressonar lhes esteja a estragar a vida e a de quem dorme ao lado.

Ainda por cima, o próprio formato obriga a boca a ficar fechada e são feitos de plástico rígido, o que também não faz deles a solução mais confortável.

Seguram a mandíbula à frente para que a via aérea fique aberta, e é aí que está o sono profundo que faz falta ao seu cérebro.

Se estes dispositivos são tão caros e demoram uma eternidade, o que faço?

Dispositivos de avanço mandibular

Tem três opções.

Opção 1. Não fazer nada

É uma péssima ideia.

Este bloqueio na garganta que provoca o ressonar está a impedir o oxigénio de chegar ao cérebro e ao corpo.

Daí vem a neblina mental inexplicável e aquele cansaço que nenhum café resolve.

E, com o tempo, ressonar pode aumentar o risco de tensão arterial alta e sobrecarregar o coração.

Opção 2. Mandar fazer um dispositivo à medida num médico

O maior problema aqui é o preço, mas também o tempo de espera e o conforto. Um aparelho feito à medida ronda os 1.200€.

A isso soma ainda as consultas de dentista, otorrino e ortodontista, e depois espera meses até o receber. E pode continuar a achá-lo rígido e desconfortável. Como não há garantia nenhuma, se não gostar deitou muito dinheiro fora.

É por isto que mais de 2 milhões de portugueses continuam a ressonar regularmente.

Opção 3. Resolver o problema por si próprio

Existe agora uma solução acessível para calar o ressonar sem sentir que tem seja o que for na boca, e que finalmente devolve ao seu cérebro o sono profundo que lhe tem sido negado.

Chama-se Sonolab Pro, o bucal anti-ronco.

O que é o Sonolab Pro?

O Sonolab Pro é um bucal ultrafino, desenvolvido por um ortodontista italiano de referência, que coloca na boca antes de se deitar.

É totalmente ajustável, por isso adapta-se à sua mordida, e é tão fino que se esquece que o está a usar.

O Sonolab Pro mantém a mandíbula inferior alinhada para que não caia para trás durante o sono, abrindo por completo a via aérea e impedindo o ressonar.

Com a via aérea aberta a noite toda, o seu cérebro entra finalmente em sono profundo, e acorda com a cabeça limpa logo na primeira manhã.

Não precisa de o ferver, aquecer no micro-ondas nem moldar.

Basta ajustar a calha superior e a inferior à sua mordida e deixá-lo fazer o trabalho. É simples, imediato e à prova de erro.

Em que é que é diferente de um aparelho tradicional?

O Sonolab Pro resolve os 3 principais problemas dos aparelhos tradicionais: conforto, rapidez e preço.

O primeiro problema é que obrigam a boca a ficar fechada. Por isso a equipa criou uma tecnologia de mordida livre, exclusiva, que dá mais conforto e o deixa mexer a boca livremente durante a noite.

São também volumosos e duros, por isso o dispositivo foi aperfeiçoado com os materiais de uso médico mais finos e macios do mercado. Tem menos de 1 mm de espessura.

E, por fim, a questão do preço.

Tudo o que é feito à medida custa uma fortuna. Por isso a equipa Sonolab trabalhou sem descanso para criar UM dispositivo que se ajusta facilmente a qualquer mordida.

Não interessa se tem uma mandíbula grande ou pequena: este vem com 25 posições de ajuste e personaliza-se num instante, como se tivesse sido feito de propósito para si.

Só tem de puxar a calha superior e a inferior e encaixá-las de volta na forma da sua boca. Simples assim.

E como isto elimina as longas esperas, pode calar o ressonar numa questão de dias em vez de meses, e por uma fração mínima do preço.

Então quanto custa?

Quanto custa o Sonolab Pro

Esta é a parte mais impressionante do bucal Sonolab Pro.

Foi concebido para ser uma solução de qualidade que qualquer pessoa que ressona conseguisse pagar.

Um aparelho feito à medida num consultório custa cerca de 1.200€. O Sonolab Pro tem um preço de venda ao público de 84,95€, porque vende diretamente a si, sem intermediários a ficar com uma fatia.

Mas não é isso que vai pagar.

Neste momento há uma forma de levar o Sonolab Pro por ainda menos.

Como compro o Sonolab Pro por 39,95€?

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Para quem está nesta página, está a decorrer uma promoção de 53% no Sonolab Pro.

Esse desconto baixa o preço de 84,95€ para 39,95€ na compra de uma unidade.

Bruno T.
Bruno T.
"Resultou! Mulher feliz"

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Sempre ressonei e estragava o sono à minha mulher. Tentei tudo e nada funcionava. O Sonolab funcionou. Mulher feliz 😊

André S.
André S.
"Confortável e eficaz"

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Experimentei vários bucais e nunca me consegui habituar a nenhum. Um colega ofereceu-me o Sonolab e é impressionante. Confortável e eficaz. Recomendo muito.

Carlos H.
Carlos H.
"Quase nem se sente"

Compra verificada

O conforto era o meu maior receio. Achava que não conseguia dormir com algo na boca e afinal quase nem se sente, e resulta.

Tão confortável que se esquece que o tem na boca

O design leve e discreto do bucal Sonolab Pro faz com que se esqueça que o está a usar.

Coloque-o na boca todas as noites, mesmo antes de se enfiar na cama.

Passa a dormir descansado, e quem dorme consigo também, e nunca mais tem de se preocupar com o ressonar.

Como se ajusta o Sonolab Pro à sua mordida?

Como encomendar o Sonolab Pro com 53% de desconto?

Como há mais de 2 milhões de portugueses a ressonar, a equipa Sonolab quer tornar isto acessível a toda a gente.

Por isso, mesmo com um preço de venda ao público de 84,95€, que já é baratíssimo face aos 1.200€ de um aparelho feito à medida, quiseram ir mais longe.

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Nota: não está disponível na Amazon nem no eBay

Nunca vai encontrar um preço mais baixo para o bucal Sonolab Pro, e duvidamos que venha a ver um preço mais baixo para qualquer dispositivo anti-ronco eficaz em Portugal.

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Um bom produto tem de vir acompanhado de confiança.

Por isso tem 30 noites inteiras para usar o Sonolab Pro e ver quanto melhora o seu ressonar, a sua neblina mental e até a sua relação.

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